Aquelas tardes no sofá

Mariana Franco

É aquela clássica tarde quente dos seus sete anos de idade, em que você se espalha nas almofadas, de preferência com os pés descalços sujos sobre o sofá, para horror da sua mãe, munido do controle remoto e de um pacote de bolachas (recheadas, das quais, é óbvio, come-se primeiro o recheio). E entre os farelos de bolacha, brincadeiras com seu cachorro e diversas posições no sofá (pernas pra cima, cabeça pra baixo, etc, etc) você se empolga na tela com as aventuras e confusões dos Batutinhas.
O filme, de 1994, é uma regravação da série clássica de 1955. Um grupo de meninos, amigos da vizinhança, cria o Clube dos Homens que Detestam Mulheres. Alfafa, porém, um dos “chefes” do clube é considerado um traidor por ter se apaixonado por Darla. Os amigos tentarão interromper o romance, mas com a chegada de um novo menino no bairro, que se interessa por Darla é que começa a confusão.
Acabado o pacote de bolachas e o filme sobrava aquele típico “quero-ter-uma-turma-de-amigos-como-eles!”. E a musiquinha, que, para desespero da sua mãe você passava o resto da tarde repetindo…
Eu tenho dois picles, hey hey hey!
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